Conversar não custa nada

Das inúmeras coisas que precisávamos pensar e definir sobre Os Náufragos, uma era de vital importância: como as pessoas entrarão em contato conosco. Precisávamos ficar próximos, o máximo possível disponíveis, respondendo a tudo e todos. 

Tirando, claro, os meios de contato comuns, como e-mail e redes sociais, seria muito melhor ter algo no site de fácil e rápido acesso. Eis que os nossos Meninos do Acre Digital, Eduardo e Ícaro, apareceram com o site pronto e esse ícone de chat aí embaixo no canto direito de nome simpático: JivoChat.

Nós, Jota e Chico, não fazíamos idéia do que era, até que eles nos orientaram a instalar o programinha e aprendemos rapidamente como usar. Sim, náufragos leitores, quando esse ícone pipoca aí na tela de vocês com um de nossos rostos, creia, somos nós mesmos que estamos ali a responder qualquer mensagem sua. Isso gerou conversas engraçadas com pessoas perguntando “estou falando com uma pessoa ou uma máquina?”.

A presença do JivoChat foi se mostrando a cada dia não apenas útil, mas essencial.

Se no início respondíamos dúvidas de toda ordem sobre o site, o projeto, os cursos ofertados, questões de ordem técnica, aos poucos os leitores também começaram a enxergar no chat uma forma de conversar conosco. 

 

Já temos até náufragos que retornam ao site mais para falar pelo chat do que ler nosso material.

E estamos adorando isso.

Tem quem faça consultas breves pelo chat, tem quem o use para pedir indicações de leitura, filmes, seriados e, mais importante de tudo: quem percebeu que pode assistir as aulas dos cursos e tirar dúvidas na hora conosco ou ter seus exercícios avaliados. 

Aprendemos também a acompanhar e entender o timing daqueles que nos procuram. O mundo atual é feito de oportunidades e a velocidade com que tudo funciona é vertiginosa e tudo parece descompassado. Coincidir o desejo de desabafar e contar suas dificuldades com alguém disposto a escutar e conversar é muito difícil, mas o JivoChat resolveu isso. Muitas conversas começam tímidas, com coisas do tipo “só estou lendo aqui…” e acabam com um desabafo, mesmo à distância. Conseguimos alcançar nosso leitores no momento em que estão vivenciando seus dilemas. Os dilemas estão em seu ápice e nós estamos ali, bem naquele momento. Hoje nosso trabalho pode realmente ajudar aqueles que estão se afogando na hora mais necessária.  

Não podemos esquecer daqueles que se sentem em casa e conversam como velhos amigos. Isso é excelente!

Quem sabe uma dia

Sujeito entra, já cumprimenta, solta um apelido, faz uma brincadeira, tira uma dúvida e sai dando risada. Como dissemos, somos nós mesmos respondendo: sinta-se a vontade! Esse bom humor também nos ajuda, deixamos de ser “os professores” e nos tornamos bons amigos sentados na cabine do navio, conversando e tomando uma bebida juntos.  

Claro que não conseguimos ficar disponíveis o tempo todo, mas mesmo sem combinar nada quase sempre temos um nós online por ali. E quando não há, recebemos as mensagens por e-mail e respondemos assim que lemos.

Ou seja, ninguém fica sem resposta ou atenção.

Então, caros náufragos, sintam-se à vontade para nos chamar aí pelo JivoChat. A casa é de vocês e não faria sentido algum abrirmos as portas sem ter quem os receba, não é mesmo?

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  • Cada pessoa que você cruza na rua vive, em silêncio, uma batalha que você desconhece. E é aí que vem a sensação de naufrágio. Qual é o seu lugar no mundo e por que você está aqui? É disso que tratamos.

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