Este é o motivo de você não ter tempo para nada

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Eu, sinceramente, não conheço uma única pessoa que não sofra com o gerenciamento do próprio tempo.

A impressão que eu tenho é que todos nós andamos com a corda no pescoço: sempre sem tempo algum, para nada, mas quando a oportunidade aparece, gastamos nossas preciosas horas com a primeira besteira que vemos pela frente.

É o caso do sujeito que trabalha a semana inteira e reclama que gostaria de ter uma horinha para ler um livro, mas não consegue. Aí, quando chega o domingo, fica o dia todo no sofá assistindo ao Faustão, que ele nem gosta, sem nem prestar atenção no que está acontecendo, como se estivesse em um estado vegetativo, sem saber explicar o porquê de estar ali.

Se identificou, não é?

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Acontece que, pela minha experiência, a principal variável do gerenciamento de tempo não é o tempo. A principal variável do gerenciamento de tempo é a vontade.

Hoje temos acesso a ferramentas e métodos de aumento de produtividade que sequer poderiam ser imaginados há algumas décadas, mas em geral produzimos muito menos, porque temos muito menos vontade de fazer as coisas.

Quase sempre que vejo alguém com problemas para produzir, executar tarefas, ou progredir com projetos, a dificuldade não está em arranjar tempo, e sim em ter cabeça para aproveitá-lo bem.

Quantas coisas podemos fazer em uma hora bem aproveitada, não é mesmo?

A grande dificuldade, porém, é ter, simultaneamente, tempo e motivação.

A motivação pode vir de dentro ou de fora. No trabalho, por exemplo, ela pode ser representada pelo seu chefe te cobrando um relatório. Na faculdade, pode ser aquela prova que vai te obrigar a estudar, querendo ou não.

Mas e quando você está em casa, sem ninguém para te obrigar a nada, dependendo apenas de si e da própria vontade?

A vontade de fazer alguma coisa sem ter tempo, gera tristeza. Ter tempo para fazer suas coisas, apenas para vê-lo passar diante de seus olhos enquanto você não tem motivação para fazer o que quer, é angustiante.

Eu não tinha ideia alguma do porquê disso tudo acontecer comigo e com as pessoas ao meu redor. Quando assisti ao curso do Jota, o Buscando o Sentido da Vida, esse assunto se esclareceu um pouco na minha cabeça.

Na aula 2 do segundo módulo do curso, o Jota diz que a sua consciência espera que você tenha continuidade e coerência, ou seja, normalmente ficamos com peso na consciência quando deixamos de fazer alguma coisa que faz muito sentido pra gente, ou quando fazemos alguma coisa que é muito incoerente conosco.

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Acontece que a maioria das pessoas não sabe o que quer, não sabe do que gosta. Não encontrou uma vocação, não encontrou um sentido para a própria vida, não tem um norte que o motive e, quando tem, está fazendo algo incompatível com o que ama.

É muito difícil balancear o que nós temos que fazer com o que nós queremos fazer, não?

Nessas horas, a seguinte frase do Viktor Frankl faz muito sentido:

“Desespero é o sofrimento sem sentido.”


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  • Eduardo Costa

    Desenvolvedor

    Empreendedor, desenvolvedor, palpiteiro político e criador compulsivo. Eu falo um pouquinho sobre todas as coisas.

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