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Por que meus relacionamentos não duram muito tempo?

Um rapaz conhece uma moça.

Primeiro encontro, tudo corre bem, ele tenta algo mas ela nega. Ao final da noite ele manda mensagem dizendo que foi muito bom, ela agradece a companhia.

Segundo encontro é em um local mais intimista, acabam por trocar beijos tímidos em público e mais quentes dentro do carro na porta da casa dela.

Terceiro encontro, após algumas indiretas por mensagens se encontram em algum local público qualquer e ficam pouco. Na hora de ir embora alguém sugere “ir para outro lugar” e obviamente acabam dormindo juntos.

De madrugada ela vai para casa com sorriso no rosto, chega e manda mensagem para as amigas contando todos os detalhes. Ele, por sua vez, conta vantagem pro melhor amigo de forma lacônica: então, rolou! Continue lendo

Se você não parar, a vida não para sozinha

Estamos soterrados de coisas. Boleto pra pagar, trabalho pra fazer, horário pra cumprir, coisas pra consertar. Quando você percebe, já acabou a semana, o mês, o ano.

Pior que isso também acontece com nossa vida pessoal. Tudo fica automático: conversar com a namorada, jantar com o marido, brincar com as crianças. Vemos tudo como mais uma tarefa a cumprir. E o mais triste, tudo cansa.

Mas te digo, tem solução e o começo é bem simples.  Continue lendo

Sinceridade conveniente

Quero curar meu coração partido sendo biscate e contigo já não dá mais”. Foi isso que ele ouviu quando perguntou o que estava acontecendo e pediu sinceridade. A sinceridade veio, mas, o que fazer com ela?

Ele  não soube o que fazer.

Levantou, andou  pela casa, com a mão suando, fumou dois cigarros em sequência e começou a eterna luta moderna no Whatsapp:

Online. Digitando… Online. Digitando… Online.

Para sua sorte – e da moça – parou na fase online e conseguiu segurar, por um fiapo de consciência, o trem prestes a descarrilhar. Afinal, ela foi sincera, como nunca tinha visto ser. Qual o mal nisso? Continue lendo

Assombrações de um zumbi

Todo mundo já levou um pé na bunda. Temos até uma vasta variedade de modelos: aquele na infância, quando o menino escreve num papel “quer namorar comigo?” e a menina dá risada com as amigas; também temos aquele da adolescência em que você olha ao longe a mocinha e, depois de gaguejar um pouco, consegue chegar perto e dizer “oi, tudo bem?”, tendo como resposta uma expressão facial de medo. Há quem foi dispensado antes de declarar seu amor: no dia em que foi dizer “eu te amo”, ela se antecipou e confessou que gostava de outro. Não podemos esquecer do clássico pé na bunda, já na vida adulta, que começa com uma negação e depois vem seguida da fuga bem na hora do pedido de casamento. E já que estamos falando de maturidade, porque não citar o tão bem difundido modelo “precisamos conversar, já tô com outra, acho melhor nos separarmos, passar bem”. Continue lendo