Tag: vocação

Masterchef e o amor que transforma a vida

Cozinhar é definitivamente uma arte. Para nossa sorte, recentemente vemos uma avalanche de novos artistas. Juro, se pudesse gastaria bem mais com minha alimentação. Como não posso, me resta imitar um cachorro na vitrine de uma churrascaria. Porém, nessa busca por saciar minha curiosidade gourmet, minha noiva me apresentou o Masterchef. Foi amor ao primeiro prato!

3 motivos para você começar a estudar a imaginação hoje mesmo

Aqui nos Náufragos nós falamos bastante de imaginação.

O tema já foi explorado até em um podcast sobre o novo filme dos Vingadores!

Muita gente torce o nariz quando tocamos no assunto. Por que diabos eu preciso me preocupar com a minha imaginação? Do que esses caras estão falando?

Se esse é o seu caso, este artigo é para você.

Você não tem tempo para nada?

Você não tem tempo para nada, eu sei. O que você gostaria de fazer não cabe no seu dia. É o emprego que consome as energias ou os estudos que te impedem de fazer mais ou a família que toma seu tempo livre. Afazeres demais, compromissos diários, hábitos difíceis de mudar, cansaço, irritação, stress. E a vida parece que passa como um trem que nunca pára para você entrar. Continue lendo

Este é o motivo de você não ter tempo para nada

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Eu, sinceramente, não conheço uma única pessoa que não sofra com o gerenciamento do próprio tempo.

A impressão que eu tenho é que todos nós andamos com a corda no pescoço: sempre sem tempo algum, para nada, mas quando a oportunidade aparece, gastamos nossas preciosas horas com a primeira besteira que vemos pela frente.

É o caso do sujeito que trabalha a semana inteira e reclama que gostaria de ter uma horinha para ler um livro, mas não consegue. Aí, quando chega o domingo, fica o dia todo no sofá assistindo ao Faustão, que ele nem gosta, sem nem prestar atenção no que está acontecendo, como se estivesse em um estado vegetativo, sem saber explicar o porquê de estar ali.

Se identificou, não é? Continue lendo

You know nothing: o que você não sabe sobre a última temporada de Game of Thrones

A sétima temporada de Game of Thrones acabou nesse domingo. Desde o penúltimo episódio, a série virou assunto controverso. Dizem que perderam a mão. Conhecida por sua trama bastante complexa e episódios surpreendentes, bastou um capítulo “previsível” para vermos uma fúria pior que do Dracarys. 

O que você não sabe é que nesse embate de críticas ferrenhas e defesas acirradas, uma das melhores cenas da série passou em branco: um diálogo entre Beric e Jon Snow. Não se lembra? Deixa que eu te ajudo.    Continue lendo

Como descobrir a sua vocação?

A vocação costuma se tornar um drama quando chega a época de definição da vida profissional. Aquela época em que precisamos escolher se fazemos vestibular ou optamos por um curso técnico; se já começamos a trabalhar de uma vez ou, então, desejamos sair viajando pelo mundo para ganhar experiência de vida; será que é hora de casar ou comprar uma bicicleta? Dependendo da escolha do filho, como, por exemplo, querer ser músico, muitos pais dirão: “Filho, primeiro garanta seu sustento, depois você faz as coisas que você gosta”. E nessa frase está condensada todos os equívocos vocacionais que padecemos: olhamos para a vocação como se fosse uma escolha de rumo profissional ou descoberta de algo que gostamos de fazer. Continue lendo

O que é o sentido da vida?

Desde o momento em que tomamos consciência de nossa necessidade por sentido, buscamos sempre algo mais significativo para gastarmos o tempo da nossa vida. Esse desejo começa muitas vezes quando a criança brinca de ser super-herói, ali está a semente desse Sentido da Vida ainda sem forma. Na adolescência essa busca está mais voltada para si, e é interessante de ser notada. Quando o jovem começa a se distanciar da família – evita os pais, não quer nenhum sinal de carinho público, diz que eles não o entendem – podemos dizer que ele está em busca de desenvolver sua personalidade independente de um grupo que o absorva. Continue lendo

Somos todos Frodo

Escrever sobre O Senhor do Anéis é um pouco ingrato. Esta obra já foi tão analisada e discutida que todas as vezes que penso em algo novo tenho a sensação que alguém já o fez. Mesmo assim, é também inevitável tirar novas conclusões, afinal de contas, toda vez que lemos ou assistimos a obra de Tolkien somos novamente despertados.

Esses dias, pela milionésima vez, eu assisti a trilogia inteira. Estou numa fase meio órfão de séries e todos os filmes que selecionei anteriormente me pareceram pouco atrativos. Então, o negócio é partir pro Vale a Pena Ver de Novo. Continue lendo

Aprendendo a morrer com Johnny Cash

Johnny Cash faleceu aos 71 anos, em 2003. Dois anos depois sua história da infância à união com June Carter – a mulher de sua vida – em 1968, foi levada aos cinemas. Walk The Line (no Brasil, Johnny e June) não é ruim, mas como a vida posterior dele, especialmente da década de 1990 até sua morte, foi mais do que relevante, ressignificando tudo que fez e lhe aconteceu antes, o filme é, no fim das contas, um desperdício incrível de boa história, de vida.
 
Mas talvez não tenha sido desperdício. A intenção de Cash quando decidiu filmar sua história, em 1998, não era, segundo o produtor James Keach, a de fazer: “Um filme sobre drogas, sexo e rock’n roll, mas sobre sua jornada como homem, seu amor por June e o fato de que Deus estava no centro dessa história”.

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